Só que aí eu começo a assistir na sacanagem, rindo e tudo, e depois surto também. Alguém me avisa que é meio tosco ficar ouvindo "Ne me quitte pas" compulsivamente quando você nem tem quem te largue? Grata.
No meu empreendedorismo juvenil de virar uma velha louca e sem possibilidades de convívio social antes dos 25 (vá, 23), costumo cantar com/para Laika. O problema é que nessa música nem dá pra usar Laika como par romântico porque ficaria feio naquela parte que o eu-lírico pede pra ser a sombra do cachorro dela. Tenho medo de Laika virar pra mim e dizer: "Jú, eu não tenho cachorro". E, cê sabe né, quando você está cantando pro seu cachorro que queria ser a sombra do cachorro dele e a única incongruência que realmente te incomoda é o fato de ele não ter cachorro é porque a linha foi cruzada faz tempo.
Agora eu vou ouvir "The point of no return", que poderia ser a trilha sonora da minha vida em todos os momentos. Sabe, seria um filme de uma música só, a única coisa que fiz até agora foi olhar a tal ponte incendiando. A labareda mais recente é essa estória de beber dia de semana. Gandalf, arrume uma novidade mais fresca para a próxima Segunda-Feira que talvez não chegue nunca (piada semi-interna).
2 comentários:
Surtando as well.
"Ne me quitte pas" é a "Atrás da porta" francesa.
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